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    Primeira parcela do Auxílio Emergencial vai ter valor maior?

    Primeira parcela do Auxílio Emergencial vai ter valor maior?

    Muito tem se especulado sobre a primeira parcela do auxílio emergencial vir com valor mais alto. Os rumores começaram após reunião entre o governador do Piauí, Wellington Dias (PT) com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL) nas últimas semanas, onde o governador informou que o Congresso estudo a possibilidade de compensar a falta do auxílio emergencial nos meses de janeiro e fevereiro.

    Para Wellington Dias, existe uma grande lacuna entre os meses de janeiro e fevereiro aos quais nenhum tipo de ajuda foi dado para as pessoas mais vulneráveis, logo, o objetivo seria que a primeira parcela pudesse vir com um valor que pudesse compensar a falta do auxílio nos primeiros meses do ano.

    Com a aprovação da PEC Emergencial por parte do Senado Federal e Câmara dos Deputados o governo agora aguarda promulgação do texto para que possa editar uma Medida Provisória com todos critérios e exigências da nova prorrogação.

    Primeira parcela do Auxílio Emergencial vai ter valor maior?
    Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

    1ª parcela terá valor maior?

    Para que se confirme está possibilidade, primeiro o governo federal precisará editar a nova Medida Provisória, com todas as definições de valores, parcelas e condições da nova prorrogação do auxílio emergencial.

    No entanto, a aprovação da PEC Emergencial viabilizou o pagamento de até R$ 44 bilhões fora do teto de gastos. O que era a previsão do governo para bancar uma média de quatro parcelas com valor médio de R$ 250. Logo, a liberação de um valor maior na primeira parcela pode comprometer o orçamento definido.

    Contudo, será necessário aguardar a edição da Medida Provisória para se confirmar a real possibilidade um novo valor na primeira parcela. Também é importante destacar que o auxílio emergencial pode custar mais que R$ 44 bilhões, porém, somente os R$ 44 bilhões foram autorizados fora do teto de gastos.

    Fonte: Rede Jornal Contábil .

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